sábado, 8 de maio de 2010

Expocom Sul seleciona dez trabalhos da Comunicação do IPA



O sucesso dos(as) alunos(as) dos cursos de Comunicação Social do Centro Universitário Metodista, do IPA, em mostras competitivas já não é mais nenhuma surpresa, mas a cada ano que passa mais e mais estudantes da instituição ganham projeção. Dessa vez 10 representantes foram selecionados(as) para a final do XI Expocom Sul, que acontece entre os dias 17 e 19 de maio, em Novo Hamburgo.


O evento é um concurso para estudantes de graduação que ocorre dentro do XI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul – Intercom Sul. O tema deste ano é “Comunicação, Cultura e Juventude”. Cada acadêmico(a) foi selecionado(a) em uma modalidade. Confira abaixo a lista dos trabalhos em cada categoria e os(as) alunos líderes.

Categoria Jornalismo
Agência Jr. de Jornalismo - informativo 'Pequena Casa da Criança' - Carlos Tiburski e estagiários voluntários, sob supervisão da Agência Experimental de Jornalismo (AJor).
Produção em jornalismo informativo - reportagem investigativa 'A mentira certificada' - Carlos Ismael Moreira.
Jornal mural-laboratório - 'Jornal Mural Universo IPA', série produzida por alunos do 1º semestre - Paula Pereira Barcellos.
Radiojornal - 'Radiojornal 2009.1' da turma de Radiojornalismo do 3º semestre - Vanessa Camargo Schneider.
Produção em jornalismo opinativo - artigo 'Luxo ou lixo?' produzido para a disciplina de Jornalismo Ambiental - Claudia Sobieski Costa.

Categoria Produção Editorial e Transdisciplinar
Website - 'Confraria Esportiva'- Stéphanie Mulder Perrone, estudante de Jornalismo.

Categoria Publicidade e Propaganda
Jingle
- “Jingle Curso De Publicidade do IPA” - Vinicius Ribeiro Rodrigues.
Anuncio Impresso - “Seda - Especialista em Brasilidade” - Claudia Machado.
Fotografia Publicitária - 'Campanha All Star' - Gabriele Silva Wobeto.
Outdoor - “Seda. Espalhe Por Aí” - Letícia Falcão.

Para o jornalista Carlos Ismael Moreira, formado no IPA no semestre passado, a seleção para a final do concurso é o reconhecimento da reportagem produzida em aula. “A aceitação no Expocom mostra que produzimos um trabalho de qualidade. O número de peças selecionadas reconhece o sucesso do projeto pedagógico do Jornalismo do IPA”, comenta.

Vencer o Expocom Sul da direito aos(às) estudantes de participarem da etapa nacional, que neste ano acontece em Caxias do Sul, de 2 a 6 de setembro.

domingo, 18 de abril de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

Um Olhar do Paraíso

Fui ontem ao cinema para ver o filme argentino que está concorrendo ao Oscar de melhor filme estrangeiro "O Segredo dos Seus olhos", de Juan José Campanella, conhecido pelo sucesso "O Filho da Noiva", mas não consegui, me atrasei. Para não perder a viagem fui assistir ao drama “Um Olhar do Paraíso” e concorrendo também ao Oscar de melhor ator coadjuvante.

Bom o filme é do cineasta neozelandês Peter Jackson (O Senhor dos Anéis) que adapta mais uma história para o cinema, desta vez, o livro Uma Vida Interrompida, de Alice Sebold.
A história da jovem Susie Salmon (Saoirse Ronan), uma garota de 14 anos, descobrindo a vida, apaixonada por um colega da escola, Ray, e seu grande interesse pela fotografia. Sua vida familiar é aparentemente feliz, dividindo o lar com seu pai, Jack (Mark Wahlberg), sua mãe, Abigail (Rachel Weisz), seus irmãos mais novos Lindsey (Rose McIver) e Buckley (Christian Thomas Ashdale), e eventuais visitas de sua avó descolada e muito bem no filme, e que pra mim podia ter ficado todo o tempo , Lynn (Susan Sarandon).

Susie inicia uma narrativa da sua curta vida e do seu brutal asssinato. A perda da menina é devastadora para a família. Cada um reagiu de uma forma diferente à sua morte. Jack, por exemplo, ajuda nas investigações levantando informações sobre todos os homens suspeitos da cidade. Mas o que ele não sabia é que o assassino estava bem perto dele e da sua família. Com todo o sofrimento da família e dela mesma por não poder estar mais com eles, para mim “espritualmente” falando, ela fica presa ao sofrimento da família, do ódio do seu assassino e todo o passado . Sendo assim, todos que conviviam com ela não conseguem seguir a vida “normalmente”.

Achei incrível a interpretação de Saoirse Ronan, linda e olhos grandes e azuis, como Susie Salmon. A atriz imprime uma alegria de viver e uma doçura tão marcante em sua personagem que é impossível não ficar sentido pela morte da garota. A fotografia é muito bacana remetendo aos anos 70 e principalmente quando Susie está no seu “Paraíso”. Mas muitas coisas poderiam ser diferentes e não tão viajantes. Muitas metáforas. Mas compreensível.

Na minha modesta opinião o o nojento e assassino da história não foi tão bom para ter sido indicado ao Oscar. A interpretação de Stanley Tucci, para mim não foi lá tudo isso. Claro, te dá um certo nojo da cara dele, mas não é tudo isso. Tucci teve momentos mais legais em filmes como Julie & Julia, O Diabo Veste Prada ou até O Terminal. E eu penso que o Peter Jackson não sabia o que fazer com ele no final da história, não vou contar o fim do filme, mas para mim poderia ter tido um outro final bem mais interessante ou até óbvio.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Dos lampiões à eletricidade em Porto Alegre

Reproduzo aqui para vocês ,em primeira mão, a minha matéria que sai na edição de março na revista do CREA-RS.

Muitas pessoas que passam no Centro de Porto Alegre talvez nem saibam que , nos idos do século 19, a iluminação era feita por lampiões. E que , em alguma residências, isso era sinônimo de "status" , apesar da fuligem e da fedentina que esses pontos primitivos de luz exalavam na cidade.

No ano de 1830 havia uma preocupação em iluminar a Rua da Praia e outras vias importantes de da capital gaúcha. Assim, foram comprados, no Rio de Janeiro, 250 lampiões a óleo de baleia. Foram chumbados nas paredes das casas para espalharem uma luz pálida de um fumarento pavio. Os lampiões só podiam ser acesos ao anoitecer e por um encarregado da Câmara. Mas somente em dezembro de 1832 por solicitação dos cidadãos de Porto Alegre, a Presidência da Província manda estabelecer orçamento para a instalação e manutenção da iluminação pública. O óleo de baleia continuou a ser usado, mas a forma do lampião mudou, sendo que não há registros sobre a data do início da sua utilização. Na busca de melhor luminosidade, os postes tiveram sua altura aumentada. Esta e outras informações sobre a história da iluminação em Porto Alegre podem ser conferidas na exposição sensorial de percurso Viagem ao Centro da Luz, sediada no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo - CCCEV (veja abaixo dados adicionais sobre a exposição).

Segundo o historiador e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo, Gunter Axt, em 1854, o óleo de peixe, ou de baleia, foi substituído por um sistema que queimava um tipo de gás hidrogênio, obtido a partir da água ardente. “Adaptaram-se combustores de folha de flandres aos lampiões. As coisas melhoraram com a introdução do querosene, em 1864”, completa.


Luminária a óleo de baleia da década de 1830. Fonte: Mergs.


A chegada da Iluminação elétrica em Porto Alegre

De acordo com o historiador, um banquete em homenagem ao poderoso Senador liberal Gaspar Silveira Martins, realizado no salão do Clube Comercial no dia 12 de novembro de 1887 está na história dos porto-alegrenses pela inauguração festiva do serviço de iluminação elétrica. Porto Alegre foi a primeira capital brasileira a dispor de um serviço regular de fornecimento de energia elétrica.

Conforme a historiadora e funcionária do Museu de Eletricidade do Rio Grande do Sul (MERGS) Mariana Froner Bicca, em 1874 é inaugurada a Usina do Gasômetro, por força de um contrato assinado entre o Presidente da Província e a Companhia de Gaz São Pedro Brazil Limited. O local destinava-se a produção de gás para iluminação pública que abrangia o centro da cidade. Os arrabaldes continuaram a ser iluminados com lampiões a querosene. De acordo com a historiadora, no ano de 1887 instala-se em Porto Alegre a Companhia Fiat Lux, dedicada a exploração da eletricidade, que devido a sua pequena capacidade geradora – uma usina termelétrica de 160KW- kilowatts, seu uso se restringiu ao âmbito particular (casas comerciais e particulares). A empresa trabalhava com algumas peculiaridades. "O consumidor era chamado de assinante e lhe era fornecido todo o material, inclusive as lâmpadas. O fornecimento iniciava-se ao anoitecer e mantido até às 22h no inverno e à meia-noite, no verão"\, esclarece a historiadora.

De acordo com Gunter Axt, a partir de 31 de dezembro de 1906, os consumidores passaram a usufruir do fornecimento de luz por toda noite e os contadores foram instalados nos imóveis dos clientes em 1º de abril de 1908 . Ele explica que até então, cobrava-se de todos os usuários um preço fixo. Em 1908 inaugurou-se a Usina Municipal de Porto Alegre, uma iniciativa da prefeitura que era responsável pela iluminação pública, dando inicio a substituição do gás e do querosene pela energia elétrica. Entretanto, a iluminação no Centro da capital continuava a gás e nos arrabaldes, nos bairros, era a querosene. O surgimento de uma nova tecnologia de iluminação não acarretava no descarte das anteriores, logo a iluminação era de três formas: a gás, querosene e elétrica, afirma o historiador.

Em 1929 inaugura-se o primeiro luminoso elétrico publicitário da cidade de Porto Alegre, com a inscrição Força e Luz, o qual fora destaque na edição de 2 de maio daquele ano, do jornal A Federação. “O annuncio luminoso “Força e Luz”, inaugurado antehontem, é constituído por 969 lampadas de cores branco, verde e encarnado, as quaes accendem e apagam continuamente, pelo systema corrido. Foi elle confeccionado no Rio de Janeiro, pela firma Burren & Cia., com material exclusivamente nacional, inclusive as lampadas, que são da fabrica Edison Mazda”, conforme trecho da notícia veiculada à época”, (na exposição Viagem ao Centro da Luz há uma réplica do luminoso em questão, veja abaixo).

O prédio Força e Luz, que atualmente abriga o CCCEV e o MERGS, foi construído entre os anos de 1927 e 1929 pelo Engenheiro Adolfo Stern e recebeu a inscrição Força e Luz na fachada, em 1929. Nesse mesmo ano o prédio passou a abrigar a Companhia de Energia Elétrica Riograndense (CEERG), empresa de capital estadunidense, que recebeu a concessão dos serviços de energia elétrica na capital gaúcha. Na vitrine do prédio, eletrodomésticos eram expostos para estimular o consumo, principalmente entre as donas de casa. A CEERG estava ligada a Companhia Brasileira de Força Elétrica, instalada no Rio de Janeiro e pertencente à American & Foreign Power Co. (Amforp), do grupo da Eletric Bond & Share Corp. Da década de 70 até o ano de 1998, o prédio operava como agência de pagamentos de contas de luz e abrigava serviços administrativos da empresa, tendo retomado seu funcionamento após a reciclagem do edifício, em 2002.


Imagem original da antiga vitrine da CEERG Fonte: Mergs.

Segundo o Eng. Eletricista e professor e doutor pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luiz Tiarajú dos Reis Loureiro, em 1943, a Comissão Estadual de Energia Elétrica (CEEE) foi criada para estudar novos aproveitamentos energéticos. A conversão de frequência de 50 para 60 Hz, ocorrida na década de 70, possibilitou a interligação do RS com o restante do país e o aproveitamento do regime de chuvas complementar entre as regiões Sul e sudeste. Conforme o professor, o desenvolvimento da indústria da energia elétrica no RS possibilitou maior qualidade para a população. “A energia elétrica contribuiu para o aumento da qualidade de vida, a fixação de agropecuaristas no campo e para surgimento de diversos ramos de indústrias de transformação no Estado”, explica.

Curiosidades
  • Acender os lampiões nas ruas era um trabalho tão demorado que, conta-se que, quando o encarregado terminava de acender o último lampião, já iniciava o desligamento dos primeiros, pois o dia já amanhecia.

  • O horário de verão passou a ser adotado após o racionamento de energia elétrica que ocorreu em 1986.
  • O racionamento de energia de 1968 foi realizado com cortes no fornecimento que deixavam extensas regiões do Estado no escuro.

  • Em 1937, foi colocada a chaminé na Usina do Gasômetro, depois de reclamações da população contra a fuligem e cinzas lançadas pela Usina. Em 1974 ela foi desativada e em 1983 o prédio foi tombado pelo patrimônio histórico.

  • No Calçadão da Rua da Praia, em 1970, foram instaladas várias luminárias decorativas. Elas foram o reflexo da “onda de modernidade” que tomou conta do Brasil naquela época. Hoje, podemos ver que a iluminação é feita por postes de 10 metros e lâmpadas a mercúrio ou sódio, bem diferente do que era antigamente.

Exposição no CCCEV

A exposição sensorial de percurso Viagem ao Centro da Luz, é realizada pelo Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) e Museu de Eletricidade do Rio Grande do Sul (MERGS) e tem patrocínio do Grupo CEEE. Mostra a história da iluminação e outras curiosidades do bairro mais antigo de POA, o Centro Histórico, tais como a primeira sala de cinema com programação fixa da cidade, o Cine Recreio Ideal, de propriedade do advogado Francisco Damasceno Ferreira (1875-1953), o saudoso Clube dos Caçadores, a Companhia de Energia Elétrica Riograndense e o Mercado Público.

Com duração de 30 minutos, cada itinerário monitorado ocorre em intervalos de 45 minutos e comporta um grupo de até 12 visitantes. O público excedente deve retirar senhas no local para acompanhar o próximo contingente da visita guiada. A exposição fica no CCCEV até maio deste ano. O horário de visitação é de terça a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 11h às 18h. Mais informações no telefone (51) 3226-7974, nos e-mails museu@ceee.com.br e cultural@ceee.com.br no site www.cccev.com.br e no blog http://cccev.blogspot.com.


Quem quiser conferir: www.crea-rs.org.br

Por Vanessa Schneider

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pensamentos


Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar , não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o alguém da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mário Quintana

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Em ritmo de carnaval


Já dizia o nosso queridíssimo Silvio Santos" É ritmooo, é ritmo de festaaa..."
Estamos em ritmo de festa, carnaval, gente foliando e outras cositas más, então para seguir nesse ritmo, segue uma musiquinha bem bacana para curtir aquele tipo de carnaval que se pulava antigamente ;) Depois posto otras más....


Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar


Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô

Atravessamos o deserto do Saara
O Sol estava quente, queimou a nossa cara
Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô...

Viemos do Egito
E muitas vezes nós tivemos que rezar
Allah, Allah, Allah, meu bom Allah
Mande água pro iôiô
Allah, meu bom Allah,



Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa novaSerá que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!


Chiquita Bacana
Lá da Martinica
Se veste com uma casca
De banana nanica

Não usa vestidoNão usa calção
Inverno pra ela
É pleno verão
Existencialista
Com toda razão
Só faz o que manda
O seu coração

Escuta só: